Apresentação em PowerPoint sobre Arquitectura Unifamiliar em Portugal.
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Arquitectura Unifamiliar
Bem vindo ao nosso blogue de Arquitectura onde pode aceder a várias imagens de construção Unifamiliar do Sec XXI.Terá tambem acesso á História da Arquitectura em Portugal
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Trata-se de uma residência em São Bernardo , esta fachada foi modificada por uma fachada mais tradicional o que não tirou o brilho do projeto resolvido com muito brilho e inteligência.
Plantas e fachadas contemporânes com linhas mais retas, menos adornos e exploração de materiais diversos infelizmente ainda não caiu totalmente no gosto geral, temos ainda muito enraizada a idéia do “estilo americano” presentes em filmes e em seriados em geral, trata-se da sobreposição de telhados, presença de adornos e uma miscelânea de estilos desde o neoclássico ao vitoriano dispostos muitas vezes de forma aleatória com resultados muito abaixo do valor estético que propõe o próprio estilo. Torna-se um pastiche um arremedo como se fosse um “bolo confeitado”.
Felizmente isso parece estar mudando, visualizo a tentativa por parte dos arquitetos de mudar esse panorama explorando melhor os materiais e as técnicas construtivas, um bom sinal.
O projeto é assinado pela arquiteta Elaine De Marchi
Autor: lgrava@ig.com.br
terça-feira, 14 de dezembro de 2010





A Arquitectura em Portugal foi, como na maioria das nações europeias, drasticamente influenciada pelos movimentos culturais e esteticistas que caracterizaram as várias épocas da História da Arte, o que resultou num rico legado patrimonial.
Acessado em :http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitectura_de_Portugal 14/12/2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Arquitectura Moderna
Arquitetura é antes de mais nada construção, mas, construção concebida com o propósito primordial de ordenar e organizar o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção. E nesse processo fundamental de ordenar e expressar-se ela se revela igualmente e não deve se confundir com arte plástica, porquanto nos inumeráveis problemas com que se defronta o arquiteto, desde a germinação do projeto, até a conclusão efetiva da obra, há sempre, para cada caso específico, certa margem final de opção entre os limites - máximo e mínimo - determinados pelo cálculo, preconizados pela técnica, condicionados pelo meio, reclamados pela função ou impostos pelo programa, - cabendo então ao sentimento individual do arquiteto, no que ele tem de artista, portanto, escolher na escala dos valores contidos entre dois valores extremos, a forma plástica apropriada a cada pormenor em função da unidade última da obra idealizada.
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